O Caminho do Louco no Argos 2017

Foi aberto o prazo para a votação do Prêmio Argos 2017, concedido pelo CLFC (Clube de Leitores de Ficção Científica) ao Melhor Romance, Melhor Antologia/Coletânea e Melhor Conto do Gênero Fantástico publicados em 2016. Este ano concorro com meu romance, O Caminho do Louco:

https://www.amazon.com.br/caminho-do-louco-Alex-Mandarino/dp/8567901545/

e você não é sócio do CLFC e tem interesse em se associar gratuitamente e votar, seguem abaixo as instruções. E agradeço muito se votar no Caminho do Louco, claro.

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PREMIO ARGOS 2017 DO CLFC

MELHOR ROMANCE, MELHOR ANTOLOGIA/COLETANEA E MELHOR CONTO DO GENERO FANTASTICO PUBLICADOS EM PORTUGUES EM 2016

ATENCAO:

Relembrando que esse ano só poderão votar os sócios ativos do CLFC, isto e’, os sócios que estão inscritos na lista oficial do CLFC no Yahoogroups. Os socios fora da lista oficial sao considerados socios inativos.

O link de votacao já foi postado na lista oficial. Alerto que os membros da lista que escolheram a opção ‘web only / sem e-mails’ so’ podem ver e enviar mensagens pelo site da lista em:

https://br.groups.yahoo.com/neo/groups/socios-do-clfc/conversations/messages

Se nao receberam o link em suas Inboxes (e checaram os spams), pode ser que estejam no modo ‘web only / sem e-mails’ . Nesse caso, acessem o site da lista, que la’ estara’ o link.

Os socios que não estao na lista oficial podem nela ingressar a qualquer momento, e’ so’ me contactar via email em dudutorres@yahoo.com , que eu confirmo a inscricao no cadastro geral e convido pra lista logo a seguir.

Se mesmo após o ingresso na lista oficial ainda houver dificuldade em encontrar o link, favor contactar premioargos2017@gmail.com .

Quem ainda não é sócio do CLFC pode se associar a qualquer momento. E’ facil e o CLFC nao cobra taxa de inscricao nem mensalidades. O caminho das pedras esta’ em:

Bio

Não há prazo de carência para os novos socios participarem do ARGOS 2017.

A votacao se encerrara’ em 26 de novembro.

A cerimonia de entrega dos troféus sera’ em 17 de dezembro.

Bom voto a todos.

Comissao do ARGOS 2017

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October 31, 2017 at 09:47PM

O anti-youtuber, escritor e roteirista Diego Aguiar Vieira faz uma resenha de O Caminho do Louco em seu canal de literatura, Macuco Beleza. Também fala do último livro de Thomas Pynchon, Bleeding Edge.

Bate-papo ao vivo na Rádio Showtime

Participo hoje, às 18 horas, de uma conversa ao vivo na Rádio Showtime. Escutem no www.showtimeradio.com.br.
Vejam a divulgação oficial do programa:


NÃO PERCA, AO VIVO, Hoje-a partir das 18:00:
-A pessoa que a lendária Billie Holiday, provavelmente a maior cantora de jazz em todos os tempos, chamou de ´A Melhor voz não-negra do Blues´; o que o clássico de suspense de 1956 INVASORES DE CORPOS teve a ver com os Beach Boys e um dos mais populares casais da música dos anos 70 e um papo retíssimo com Alex Mandarino, o autor de O CAMINHO DO LOUCO, o incensado livro que narra o que ocorre quando um ex-jornalista em jornada de autodescoberta é recrutado pelo Tarot, uma organização secreta que busca libertar a humanidade com o uso subversivo da magia e que está em confronto com inimigos mais poderosos dispostos a dominar o mundo.
Somente no www.showtimeradio.com.br (baixe o aplicativo disponibilizado na página principal do site da rádio para otimizar a escuta)

Viagem ao meu habitat natural

Exatamente hoje, 27 de janeiro, este blog faz 15 anos de existência. Ele começou no Blogger BR e de lá pra cá passou por Blogger original, WordPress self-hosted, Movable Type self-hosted, Squarespace e, já há alguns meses, WordPress novamente. Nestas mudanças todas fiz questão de migrar os comentários, numa das vezes a mão, na base do copy/paste.

Uma boa data para mostrar meu estúdio, onde escrevo minhas coisas e crio minhas músicas. Pretendo seguir nesta linha em posts futuros, mostrando minha biblioteca, dando dicas de programas e workflow, etc. Vamos lá:

 

Mesa onde escrevo minhas histórias

São duas escrivaninhas lado a lado, para escrever, editar, fazer música, mexer em vídeo, ver Netflix, jogar games, etc etc. O teclado do Macbook tem iluminação backlit, mas para escrever ou traduzir uso um teclado maior, localizado na parte móvel da escrivaninha, debaixo do tampo. A luminária verde serve para que eu use este teclado externo à noite.

Na tela está o Scrivener, programa que tenho usado para escrever, traduzir, guardar minha pesquisa para o Tarot. Não me imagino mais escrevendo sem ele ou voltando a usar Word. O monitor maior está com a Pandora aberta nesta foto, mas quase nunca escrevo ouvindo música. Dos lados esquerdo e direito do monitor há dois hubs: um hub Thunderbolt para conectar hardware de áudio e um hub USB 3.0 para conectar HDs externos de dados (tenho 2tb de comics, 300 gb de MP3 e 10 gb de ebooks, além de meus samples de áudio e gravações de campo) e de backup (uso o Carbon Copy Cloner para backup semanal do HD interno e do HD externo de dados.

Mesa de equipamento de áudio

A mesa da direita tem parte dos meus instrumentos e equipamento de áudio. A caixa azul sobre o suporte de madeira é um sequenciador Yamaha RM1x, que também funciona como sintetizador. Em cima dele está uma mesinha de som Behring, para ligar todos os cabos de áudio e a saída de áudio do Macbook. Dali vai tudo para as caixas de som (que não aparecem nesta foto).

Ao lado do Yamaha está uma Roland MC-303 Groovebox (sim, igual a usada pela Sacerdotisa em O Caminho do Louco): primeiro instrumento que comprei, ainda em 1998. É uma drum machine e sequencer, mas também tem bons sons de pads e linhas de baixo. Em cima da Yamaha estão dois monstrinhos criados pelo meu grande amigo Paulo Santos, o Paolo Head (que é a base para o personagem Paulo, índio que aparece na primeira parte de O Caminho do Louco).

A pequena caixa cinza e azul no canto esquerdo da mesa é a minha interface de áudio, que funciona como a placa de som do Macbook quando estou trabalhando com música ou vídeo. É uma Presonus, com entradas MIDI e para microfone e guitarra. Ah, a sacola roxa com um desenho dos chakras é a minha bolsinha de tarô: ali dentro está meu baralho favorito, o Tarô Mitológico; e também uma toalha (roxa) para jogar.

Embaixo da bancada de madeira, mais ao fundo, está meu sampler Korg Electribe ES-1, que comprei em 1999. Usa cartões de memória que não são mais fabricados e seu som meio em baixa resolução é ótimo para hip-hop ou jungle.

Debaixo do tampo de madeira, na parte móvel da escrivaninha, estão um controlador Phat*Boy, da Keyfax, que é ótimo para plugar na MC-303 e deixar o som dela mais parrudo, ácido e analógico; um toy synth mega portátil a pilha Korg Monotron; e dois Korg Volca, o Beats e o Bass. Em um post futuro vou detalhar melhor meu workflow de áudio e então mostrar fotos destas coisas todas.

Visão geral das duas mesas

Nesta foto é possível ver melhor a lógica de funcionamento das duas mesas juntas. Sobre a mesa da esquerda há um nicho branco que serve como prateleira para o receiver e os monitores de áudio.

Detalhe do nicho

No centro do nicho guardo coisas como minha carteira, meu porta-anéis, meus óculos escuros e alguns enfeites: cartões, um dos meus Ganeshas, flyers (atrás do Ganesha está o flyer de uma exposição da minha namorada, Leandra Lambert).

Outro detalhe do nicho

A caneca do Super Mario guarda meus lápis e canetas. Também estão por ali meu cartão da Siouxsie Sioux, uma foto da minha viagem com a Leandra a Buenos Aires e outros objetos. No canto esquerdo há uma miniatura de um tigre siberiano, lembrança de nossa visita ao sensacional Parc des Felins. O cartão com a figura de escafandro e nuvem azul ao centro é uma arte gráfica com uma frase de um dos meus autores favoritos, J.R.R. Tolkien: “Not all those who wander are lost” (o que, para mim, une duas correntes literárias na época consideradas separadas e praticamente díspares: os Inklings e os Beatniks.

Bom, é isso. Já passei incontáveis noites aí neste estúdio escrevendo capítulos de Guerras do Tarot, contos como Hiriburu, criando beats e samples para o Chip Totec e o Terra Incognita, editando vídeos para trabalhos de arte da Leandra, batendo papo pela web e, sim, escrevendo neste blog. Em próximos posts mostrarei meu estúdio e workflow com mais detalhes, mas antes deveremos dar uma passeada pela minha biblioteca. Cartas na mesa e see ya!

O Caminho do Louco na Rádio MEC

Foi ao ar neste sábado, dia 21 de janeiro, minha participação no programa Conversa Com o Autor, de Katy Navarro, na Rádio MEC AM 800 KHz. O bate-papo, onde falamos sobre O Caminho do Louco, arquitetura, cidades, literatura, narrativas e arte, também pode ser ouvido via streaming no site do programa. Baixe as cartas e escute.

Katy Navarro e Alex Mandarino no bate-papo gravado na Casa da Leitura, em Laranjeiras, no Rio de Janeiro